sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Uma Célula Viva

Olha o outro lado da margem, como quem vê algum lugar muito longe.

Distante do presente está doente.

Não atravessou para o outro lado, nem tampouco conheceu as águas do rio.

Confuso nos caminhos tortuosos, cheio de nuances e extremos, tenta se desligar de tudo,

conectar-se com o todo.

Ainda vive o Amor – Doente.

A espera, a dor. O apego, a dor.


Precisa das águas corrente que correm os caminhos sem limite.

Conquistando espaço (tempo) movendo os laços.

Interferindo. Sentindo. Indo.

Conhecendo-se através da liberdade.

Deixando fluir os pensamentos. Mudar a paisagem.

Está em todos os lugares ao mesmo tempo.

Satisfação do Eu. Ama o Eu. Ama tudo.

Vive o Amor.


Livre atravessou a fronteira e tomou consciência da importância de se permitir.

Experimentar. Doar.

Clareia. Clareia. Vai de encontro ao Sol.

Esclarece as respostas de qualquer questão, pelo simples fato de sentir tudo.

Estar completo. Vê-se. Vê-te. Nos vê.

E tudo é perfeito nos movimentos imperfeitos de todos.

E tudo é completo. Íntegro.

Uma célula viva.

Vive o Supra – Amor.

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